Vilma Larsson, de 25 anos, já trabalhou em uma mercearia, em uma casa de repouso e em uma fábrica. Mas ela parou de trabalhar há um ano para se tornar uma "namorada que fica em casa" — e diz que nunca foi tão feliz.
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"Minha vida é mais tranquila. Eu não estou sofrendo. Não estou muito estressada."
O namorado dela trabalha remotamente na área de finanças e, enquanto ele passa o dia no laptop, ela está na academia, tomando café em algum lugar ou cozinhando. O casal cresceu em pequenas cidades no centro da Suécia, mas agora viaja muito — e está passando o inverno no Chipre.
Outro estudo divulgado pelo Ungdomsbaromatern, em agosto deste ano, sugeriu que estava se tornando uma aspiração até mesmo entre as estudantes mais jovens, com 14% das meninas de sete a 14 anos se identificando como soft girls.
Não há dados oficiais sobre o número de soft girls que param totalmente de trabalhar e dependem financeiramente de seus parceiros, como Larsson — e Göransson diz que é provável que essa proporção seja pequena.
MAIS DETALHES NO LINK DA BBC NEWS
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g2pz3vq5wo



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