Grupo de amigos cria comunidade colaborativa para viverem juntos na velhice
FONTE ... TERRA / VIDA E ESTILO
.
Imaginou ter como vizinhos seus amigos na velhice? Um grupo de amigos em Campinas, SP, criou a Vila ConViver, onde poderão viver juntos e em segurança após os 60 anos. Compraram um terreno e construíram 34 residências, além de espaços comuns para atender às necessidades dos idosos.
Comunidades colaborativas são empreendimentos habitacionais focados em co-living, onde pessoas compartilham espaços comuns, mas têm suas áreas privadas. Elas oferecem cozinhas, academias e espaços para atividades sociais, visando reduzir a solidão e promover a interação entre os moradores.
https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/grupo-de-amigos-cria-comunidade-colaborativa-para-viverem-juntos-na-velhice,76084caebbb440e13e31e909efcca90bksvwff8l.html#google_vignette
FONTE ... TERRA / VIDA E ESTILO
.
Imaginou ter como vizinhos seus amigos na velhice? Um grupo de amigos em Campinas, SP, criou a Vila ConViver, onde poderão viver juntos e em segurança após os 60 anos. Compraram um terreno e construíram 34 residências, além de espaços comuns para atender às necessidades dos idosos.
Comunidades colaborativas são empreendimentos habitacionais focados em co-living, onde pessoas compartilham espaços comuns, mas têm suas áreas privadas. Elas oferecem cozinhas, academias e espaços para atividades sociais, visando reduzir a solidão e promover a interação entre os moradores.
https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/grupo-de-amigos-cria-comunidade-colaborativa-para-viverem-juntos-na-velhice,76084caebbb440e13e31e909efcca90bksvwff8l.html#google_vignette
Negócios socioambientais contribuem para a preservação marinha
FONTE ... UM SO PLANETA
.
Alguns exemplos de desenvolvimento sustentável aparecem em iniciativas comunitárias que usam os ecossistemas locais. Trabalhar com as comunidades, respeitando suas culturas e necessidades, pode promover um desenvolvimento duradouro.
Na comunidade caiçara, a Marulho se destaca por sua luta contra a poluição marinha e geração de renda. Desde 2019, transforma redes de pesca descartadas em bolsas e mochilas, destinando 43% do valor aos trabalhadores locais. A Marulho gerou mais de R$ 500 mil para as comunidades e busca reduzir o impacto ambiental das redes abandonadas no mar.
De acordo com uma pesquisa do The World Wide Fund for Nature, dois terços dos animais marinhos, incluindo todas as tartarugas, e metade das aves marinhas enfrentam riscos significativos devido ao enredamento em redes de pesca descartadas. Esse resíduo é a forma mais letal de plástico nos oceanos. A Marulho, fundada por Beatriz Mattiuzzo, reutiliza essas redes, ajudando na limpeza dos oceanos e na proteção da vida marinha.
"As comunidades locais possuem um conhecimento profundo e íntimo de seus territórios, que deve ser integrado aos esforços de desenvolvimento sustentável. Ignorar essas vozes pode levar à implementação de soluções inadequadas e insustentáveis. Valorizando e incorporando o saber local, podemos criar estratégias mais eficazes, adequadas à realidade de cada comunidade", afirma ela.
LINK UM SÓ PLANETA :
https://umsoplaneta.globo.com/financas/negocios/noticia/2024/07/19/redes-do-bem-negocios-socioambientais-em-comunidades-caicaras-contribuem-para-a-preservacao-marinha.ghtml
FONTE ... UM SO PLANETA
.
Alguns exemplos de desenvolvimento sustentável aparecem em iniciativas comunitárias que usam os ecossistemas locais. Trabalhar com as comunidades, respeitando suas culturas e necessidades, pode promover um desenvolvimento duradouro.
Na comunidade caiçara, a Marulho se destaca por sua luta contra a poluição marinha e geração de renda. Desde 2019, transforma redes de pesca descartadas em bolsas e mochilas, destinando 43% do valor aos trabalhadores locais. A Marulho gerou mais de R$ 500 mil para as comunidades e busca reduzir o impacto ambiental das redes abandonadas no mar.
De acordo com uma pesquisa do The World Wide Fund for Nature, dois terços dos animais marinhos, incluindo todas as tartarugas, e metade das aves marinhas enfrentam riscos significativos devido ao enredamento em redes de pesca descartadas. Esse resíduo é a forma mais letal de plástico nos oceanos. A Marulho, fundada por Beatriz Mattiuzzo, reutiliza essas redes, ajudando na limpeza dos oceanos e na proteção da vida marinha.
"As comunidades locais possuem um conhecimento profundo e íntimo de seus territórios, que deve ser integrado aos esforços de desenvolvimento sustentável. Ignorar essas vozes pode levar à implementação de soluções inadequadas e insustentáveis. Valorizando e incorporando o saber local, podemos criar estratégias mais eficazes, adequadas à realidade de cada comunidade", afirma ela.
LINK UM SÓ PLANETA :
https://umsoplaneta.globo.com/financas/negocios/noticia/2024/07/19/redes-do-bem-negocios-socioambientais-em-comunidades-caicaras-contribuem-para-a-preservacao-marinha.ghtml
O Estado encerra 2024 como o terceiro e maior movimentação de passageiros internacionais no Brasil, atrás de São Paulo e Rio de Janeiro. O crescimento foi superior a 200% no segundo semestre de 2023 e, no primeiro de 2024, ultrapassou o total de passageiros internacionais de todo o ano anterior.
Isso se deve a políticas públicas estratégicas e parcerias com a iniciativa privada, com a criação de novas rotas internacionais. O governador Jorginho Mello destacou que foram promovidas ações no Panamá e em Portugal. O secretário Ivan Amaral elogiou o sucesso das rotas e afirmou que agora o desafio é manter o interesse no estado.
BLOG DO JAIME:
https://blogdojaime.com.br/santa-catarina-alcanca-terceiro-lugar-no-ranking-de-passageiros-internacionais-no-brasil-em-2024/
.
Isso se deve a políticas públicas estratégicas e parcerias com a iniciativa privada, com a criação de novas rotas internacionais. O governador Jorginho Mello destacou que foram promovidas ações no Panamá e em Portugal. O secretário Ivan Amaral elogiou o sucesso das rotas e afirmou que agora o desafio é manter o interesse no estado.
BLOG DO JAIME:
https://blogdojaime.com.br/santa-catarina-alcanca-terceiro-lugar-no-ranking-de-passageiros-internacionais-no-brasil-em-2024/
.
Empreendedora Gaúcha cria marca que transforma óleo usado em sabão sustentável
FONTE ... PEGN 🇧🇷🔰🌎🌟✨✨✨
.
Após viver em situação de rua por mais de uma década, a empreendedora encontrou na reciclagem uma forma de se reerguer e de se recolocar no mercado de trabalho
Tatiane Moraes, de 47 anos, encontrou no empreendedorismo de impacto uma forma de voltar ao mercado de trabalho após 12 anos em situação de rua em Porto Alegre. Ela dirige o Sabão da Tinga, que transforma óleo de cozinha usado em vários tipos de sabão.
Seu negócio surgiu por acaso, após um relacionamento abusivo e a dependência química. Após perder o marido, viveu debaixo de um viaduto e começou a coletar garrafas PET para sobreviver.
Os produtos são comercializados presencialmente, e também em marketplace, com pedidos realizados pelo WhatsApp. Em média, os sabões são vendidos por preços que variam entre R$ 8 e R$ 20.
PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS
https://revistapegn.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/12/empreendedora-do-rs-cria-marca-que-transforma-oleo-usado-em-sabao-sustentavel.ghtml
FONTE ... PEGN 🇧🇷🔰🌎🌟✨✨✨
.
Após viver em situação de rua por mais de uma década, a empreendedora encontrou na reciclagem uma forma de se reerguer e de se recolocar no mercado de trabalho
Tatiane Moraes, de 47 anos, encontrou no empreendedorismo de impacto uma forma de voltar ao mercado de trabalho após 12 anos em situação de rua em Porto Alegre. Ela dirige o Sabão da Tinga, que transforma óleo de cozinha usado em vários tipos de sabão.
Seu negócio surgiu por acaso, após um relacionamento abusivo e a dependência química. Após perder o marido, viveu debaixo de um viaduto e começou a coletar garrafas PET para sobreviver.
Os produtos são comercializados presencialmente, e também em marketplace, com pedidos realizados pelo WhatsApp. Em média, os sabões são vendidos por preços que variam entre R$ 8 e R$ 20.
PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS
https://revistapegn.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/12/empreendedora-do-rs-cria-marca-que-transforma-oleo-usado-em-sabao-sustentavel.ghtml





0 comments:
Postar um comentário