Empresa utiliza plantas Brasileiras para criar tecidos mais sustentáveis para a indústria têxtil
FONTE ... UM SÓ PLANETA 🇧🇷🌍🌻🌾
A greentech MABE Bio, que utiliza tecnologia para transformar plantas brasileiras em novos produtos, garantiu um novo aporte. Desta vez, a tese das empreendedoras Marina Belintani e Rachel Maranhão atraiu capital de Anjos do Brasil, Sororitê e da investidora-anjo Isabella Prata. O valor da nova rodada não foi divulgado, mas somado com o pré-seed da Antler, chega a R$ 1 milhão.
A ideia para a startup surgiu durante o mestrado de Belintani em biomateriais no Royal College of Arts, em Londres, na Inglaterra. Ela estudou o potencial de plantas invasoras e se apaixonou pela possibilidade de transformar algo que era considerado um problema em um produto de alto valor agregado. A empreendedora desenvolveu uma tecnologia para transformar ervas daninhas em novos materiais de interesse de diferentes indústrias, com foco inicial no têxtil.
O projeto ganhou novo fôlego durante um cohort da Antler, gestora global que realiza programas para conectar empreendedores, no ano passado. Foi lá que ela conheceu Rachel Maranhão, com longa passagem pelo Itaú, experiência como empreendedora e em busca de uma tese de negócios escalável. “Queria algo que pudesse impactar localmente e globalmente, para contribuir com o planeta. Encontrei o que eu buscava no que ela já tinha feito. Fundamos a MABE Bio para transformar a tecnologia isolada em algo escalável”, relembra Maranhão. Elas terminaram o programa como sócias e receberam um cheque de US$ 150 mil da Antler.
No Brasil, a planta escolhida para desenvolver os primeiros testes foi o angico, árvore de porte mediano, presente na Caatinga, no Cerrado e na Mata Atlântica. “É uma planta abundante que está ligada à história da vestimenta no Brasil”, pontua Maranhão.
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https://umsoplaneta.globo.com/empreendedorismo-de-impacto/noticia/2024/05/01/startup-utiliza-plantas-brasileiras-para-criar-tecidos-mais-sustentaveis-para-a-industria-textil.ghtml

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